31.8.09

O pedido, a primeira vez deste

Podia ter sido o ratinho que vai deixar um chocolate debaixo da almofada em troca do dente que durante semanas não parou de abanar, mas não, era eu. Cansada da falta de um pedido de namoro, enchi-me de coragem, deitei-me enquanto o homem lavava os dentes e esperei que desse conta da mensagem debaixo da almofada. Nunca tinha feito isto, pedir um homem em namoro foi para mim a quebra de uma tradição, a inversão dos papéis masculino e feminino, mas teve de ser, a necessidade ditou mais alto.

Foi vê-lo deitar-se, eu à espera, ele às voltas, eu a ouvir o cartão a estalar e a amachucar debaixo das orelhas dele. Ele nada. Lá o chamava para o meu lado e, de forma discreta, com a insuficiente luz da rua que entrava no quarto, estendia o braço por detrás dele, ajeitava o pedido para que desse conta da sua existência. Mandava-o de volta para o lado dele, voltava a pousar a cabeça na almofada e nada. Novo estalar do cartão. Desespero. Este gajo é parvo.

E puxava novamente para mim, ele a achar que eu queria festa, mas eu só queria que lesse o pedido! Mais uma vez ajeitei o cartão, desta vez de forma a picar a cara dele quando se voltasse. Au! O que é isto?

Sorrisos, beijinhos, que eu sou tão querida, tão princesinha, um "sim" declarado e um segundo pedido, desta vez da parte dele, para o qual me acordou quando eu já estava a dormir porque ele não conseguia.

29.8.09

Do you remember? #66



The Carpenters - Close to you -1970

Do you remember? é a rubrica de fim-de-semana do blog A Maçã de Eva, para todos nós a quem a música nos deixou lá atrás no tempo. Envie as suas sugestões para amacadeeva@gmail.com

28.8.09

Verdade #52

- Acorda!
- Smshmsdmsmsns...
- Que cheiro é este?
- Qual cheiro?
- Peidaste-te?
- Sei lá! Como é que vou saber? Estou dormir!

Há um indubitável relaxamento de esfíncteres na nossa relação.

26.8.09

Mariquinhas pé de salsa

Poucos dias depois do seu início, há algo de excitante, um nervoso miúdinho que se instala entre telefonemas quando um homem tem namorada nova. É vê-lo levar imaginárias palmadinhas nas costas de quem está feliz pelo amigo, mas de quem na verdade quer fazer "a" pergunta importante. Não, não é se ela é gira, se se dão bem, se o sexo é bom, se o amigo está feliz, se tem sido apaixonante ou divertido, é: e as amigas dela?

É curioso o bicho homem que acha que dá conta de tudo o que flutua à sua volta, mas não se apercebe como se denuncia quando uma mulher põe as antenas parabólicas em intenso esforço afim de entender o que vai nestas conversas. As respostas para o comparsa do outro lado da linha telefónica dadas como sim, não, não sei, talvez, também dizem muita coisa. Um homem denuncia-se facilmente a uma mulher astuta. E eu sou uma mulher astuta.

- O que é que ele estava a perguntar sobre mim?
- Sobre ti? Estava a fazer perguntas sobre ti? Ah, sim... nada de especial... tu sabes...
- Não sei.
- Não sabes?
- Não. Se soubesse não perguntava.
- Errr.... tu sabes, não sejas assim...
- OK, eu sei, mas quero ouvir da tua boca.
- Não sejas assim, tu sabes...
- DIZ HOMEM!
- Estava a perguntar se eras minha namorada...

O que nos leva à grande questão: o pedido de namoro. Ora, para mim é importante, quanto mais não seja para ter a certeza, já que a vida me reservou algumas surpresas como não ser namorada quando achava que era ao fim de meio ano. Enfim, gato escaldado tem medo de água fria e nada como ter certezas.

Logo avisei que não me recordava de qualquer pedido de namoro, o que na opinião do macho não era necessário pois, como poderia eu ter dúvidas? Mas elas subsistem, são tramadas. Quero o pedido, pedido esse que não chegou, pelo menos neste dia. Mas eu sou de gancho e expliquei que falava em código porque se sentia constrangido em abrir os sentimentos à minha frente, que se fez de parvo porque não queria ser totalmente sincero, que procurou não responder para não dizer o que sente e que se sentiu comprometido em dar-me o nome de "namorada" porque lá no fundo, numa relação com tão poucos dias de vida, há sempre o receio de ouvir uma qualquer resposta inesperada de hei, eu não sou nada disso!

- Ou seja, todos os teus medos e receios, os olhos no chão, a voz meio-tremida, o nervoso do estômago, ainda que despropositados e o procurar desviar o assunto confirmam a necessidade de um pedido. Ou seja, eu tenho razão. I rest my case!

E nem sombra de contra-argumentação.

24.8.09

As paredes poderiam falar

Se as paredes falassem fariam queixinhas da forma como nos arrastamos pelas divisões em longos beijos, desarrumamos o tapete da entrada e deixamos tudo fora do sítio. Contariam histórias da forma como não sais de casa sem me deixar um beijo no meu sono, de como me abraças durante a noite ou de como não te deixo dormir quando nos deitamos porque falo muito, rimos ainda mais e ficamos histéricos, como quem bebeu dez cafés de seguida, fazendo pirraça ao sono.

Se as paredes falassem contariam que numa semana contigo criei mais intimidade do que com outro homem em muito mais tempo. Repetiriam as tuas palavras de quem não se confessa obcecado por miminhos, mas a mim não consegues parar de me tocar, e falariam de como temos tanta coisa em comum, como gostamos das mesmas músicas dos 80's, aquelas que mais ninguém gosta. As paredes, se falassem, envergonhar-me-iam denunciado como me tornei dessarumada, com a roupa espalhada e coragem para sair de casa deixando a cama por fazer. É que os dias têm sido para namorar e me divertir e não quero saber de arrumações. Roupas e afins, vão-se arrumando. A cama, essa vai ficar dessarumada de qualquer forma.

Mas se as paredes falassem a mesma língua que o meu coração, diriam que a este lhe indiquei todos os sistemas de travagem de um carro topo de gama. ABS e travões de disco de última geração para que não dê um passo em falso, nem mais um passo à frente daquela linha que marca o não devo, porque eu já sei como é. Ou não sei e sinto que é.

Vivo com esta mania que o melhor é não gostar muito, muito, porque quando o fizer será o princípio do fim.

22.8.09

Do you remember? #65



Fischer-Z - So long -1980

Do you remember? é a rubrica de fim-de-semana do blog A Maçã de Eva, para todos nós a quem a música nos deixou lá atrás no tempo. Envie as suas sugestões para amacadeeva@gmail.com

21.8.09

Entendeu?

E ainda há homens que dizem não conseguir compreender as mulheres. É tão óbvio!

19.8.09

Citações #5

"Há duas verdades incontestáveis na vida: que Deus existe e as mulheres não cagam!"

by anfitrião na Califórnia

18.8.09

O lado infeliz de ter um blog

Este género de comentários representam para mim o lado infeliz de ter um blog:

"Eu sou mulher e acho que quando se dá demasiada importância aos gadjets como tu dás, que não falas noutra coisa, é mau sinal. Não sou contra eles, mas até hoje nunca precisei e porquê, porque o meu marido me satisfaz inteiramente sem precisar de ter coisas a estimular isto e aquilo. E tenho dito.

Aliás parece-me que andas meio obcecada com o sexo e com o mostrar que tens homem. Enfim. E antes que me digam que se não gosto escuso de cá voltar, eu aviso já que não volto cá, que isto está a tornar-se um blog de dicas sexuais e fotos para mostrar o tufinho do pipi num biquíni tigresa horrível, para mostrar q faz topless (uau) e para mostrar que tem homem".

Anónima

A mente diminuta é inquietante e quando se faz juízos de valor sobre o desconhecido, aí faltam-me as palavras, logo eu que tenho sempre uma debaixo da língua. Podia simplemente apagar o comentário, mas o povo deve ser educado, a fazer reciclagem, a não cuspir na rua, a conduzir de forma cívica e a ter tento na língua. Ou nos dedos. Assim, cumpro o meu dever de cidadã.

Não sofro de nenhuma disfunção sexual (bater na madeira!), mas caso acontecesse, estava a ser condenada por procurar soluções, o que para mim revela uma atitude absolutamente extraordinária. Acusada de dar dicas, há que esclarecer que não prestei dicas sexuais, muito pelo contrário, procurei informação junto dos meus leitores. Afinal, eu é que queria as dicas! É que eu estou longe de saber tudo na vida e não há nada como a partilha, pois informação é poder. Curioso é o facto do último post vir na sequência de outro e fruto de um comentário masculino que muito me interessou. Era contrário à minha opinião, mas era construtivo e também uma brincadeira. O J., seja lá quem ele for, não me insultou. Curioso também é o facto da Anónima ir contra tudo o que leu: até hoje nunca precisei. Ora, caramba, gira o disco e toca o mesmo. Mas eu não falava de não se tratar de uma questão de necessidade? Há leitores que me trocam as voltas.

Além da minha obsessão (e eventual disfunção?) sexual, parece que me gabo de ter homem, logo eu que tantos desgostos sofri e sobre isso escrevi. Tudo indica que quando a vida não foi partilhada, gabava-me de não ter homem.

Pois cá para mim, tirei fotos porque gosto; faço topless porque adoro, é libertador, gosto de me bronzear, salvo excepções em que o pudor social me impedem de tal; não faço bandeira disso, como não faço de beber água; tenho homem mas durante sete anos passei o diabo com desgostos e desilusões, vivi infeliz a maior parte desse tempo (e gabei-me, diz-se) e continuo com medo do que pode sair "desta vez". É que gato escaldado tem medo de água fria e não dou nada por garantido. Ou certo. E também, não iria a um blog comentar que os sapatos de alguém, o biquini, o vestido ou o quer que seja, são de fugir. É que não acrescenta nada à minha vida nem à dona da indumentária. Posso pensar que não gosto, mas há tanta coisa que não gosto. Assim sendo, para quê? Não se compreende.

E cara Anónima, cá entre nós que mais ninguém nos lê, se calhar o melhor era experimentar destes gadjets, ao que parece mais que muitos. Aliviava-a de alguns tormentos. Não sei, digo eu que nada sei.

17.8.09

Necessidade?

Há uns dias pedi opiniões sobre um brinquedo do qual escrevi um texto. Alguém não se fez esperar, deixou um comentário afirmativo para que não restassem dúvidas: Comigo, não precisavas nada desses brinquedos...
Lembrei-me imediatamente de um antigo namorado a quem sugeri a ideia de experimentar um daqueles anéis vibratórios que se vêem anunciados na televisão e que ocupam lugares estratégicos nas prateleiras dos supermercados. À sugestão logo me cortou as pernas dizendo comigo nunca precisaram. E o leitor que não se ofenda, mas eu continuo a achar uma resposta estúpida por parte dos homens. Pergunto mesmo: os homens acham mesmo uma questão de necessidade?

Não arranjo o cabelo de formas diferentes por uma questão de necessidade nem tenho mais sapatos porque preciso deles. Da mesma forma, ninguém procura estes gadgets porque precisa deles, mas porque trazem novidade e prazer, porque é coisa nova para partilhar a dois e tudo o que é partilhado assim, aos pares, sabe muito melhor. Os homens que dão esta resposta deveriam reparar nos comentários femininos. Há as que dizem gostar da ideia, as que não apreciam mas sugerem outro tipo de maquinaria e as que estranham, mas nenhuma responde o meu homem chega muito bem, não preciso disto. Porquê? Porque não é uma questão de necessidade.

Quanto à resistência masculina, mantenho a resposta que dei ao outro: não alinham porque se sentem substituídos, o que é uma pena. Bastam dois dedos de testa para concluir que nenhum brinquedo a pilhas substitui o que pode haver entre duas pessoas, o sentimento, as carícias, os beijos e tantos outros aspectos. Eu cá continuo a gostar de homens seguros de si próprios, sem medos pouco inteligentes, a apostar no prazer dos dois. Se a novidade não presta, põe-se de lado. Se for bom, repete-se quando aos dois apetecer.

15.8.09

Do you remember? #64



Human League - Human -1986

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14.8.09

Nunca digas nunca

- Esqueci-me do champô e do amaciador no duche - disse a medo
- Eu vi. Gostei tanto. Acho que ficam mesmo bem ali!

Gosto dos provérbios e da sabedoria popular. Acho que existem por alguma razão e também, na maioria das vezes, estão cheios dela. Também sou da opinião que é ordem natural da vida e das relações que uma das casas passe a ser habitada pelos pertences do outro, neste caso da outra, eu, no feminino.

Não passou muito tempo desde o meu último desgosto, um que ainda me dá raiva, um que gostava de lhe apertar o pescoço afrouxando algumas vezes e muito ligeiramente apenas para lhe dar a oportunidade de me responder aos porquês. Talvez acompanhasse de uns pontapés bem dados e uns estalos de mão cheia. E ainda assim não saciaria porque há situações em que não há como fazer justiça. Para reaver as minhas coisas que tanto gosto dizia em tê-las por perto, em ir cheirar-me ao armário, nunca teve os tomates de tomar a iniciativa de as devolver. Uma vez que estavam em sua casa, uma vez que tomou a decisão do ah, e tal, não sei... se calhar é melhor estar uns tempos sozinho, só lhe ficava bem. Mas mais vale ter uma pomba não mão do que duas a voar, já diz o ditado, por isso, a um homem sem tomates, que só se importa consigo próprio, o melhor é mesmo manter a pomba fechada no armário, não vá o Diabo tecê-las. Mas a pomba que não gosta de estar fechada agurdou um mês até ao aviso quero-o-que-é-meu.

Depois de umas semanas, de forma seca, fria, impessoal e sem aviso prévio, foi deixado um saco no meu local de trabalho, como se o tivesse traído e atirado os parentes à lama, correndo o risco de se saber da minha vida pessoal onde não queria. Fiquei tão desiludida, a injustiça (ou a realidade) deu-me uma estalada tão grande que jurei que nunca mais deixaria as minhas coisas em casa de homem nenhum. Nunca digas nunca podia ter-me dito alguém naquele momento em que a raiva era tanta que me deixou a chorar. Há pessoas que não se importam mesmo com o mal que fazem aos outros, mas tento consolar-me com a consciência de que eu durmo descansada todas as noites.

E hoje, podiam ver-me a escrever numa sala que não é minha, num quarto que tem vestidos por todo o lado, um frigorífico com os meus iogurtes light, uma casa-de-banho com todo o tipo de cremes e uma parafernália que só uma mulher tem. Hoje durmo numa cama que não é minha, vivo numa casa que não é minha, mas que tem um pouco de mim por todo o lado. E o medo bate-me quase todos os dias à porta lembrando-me que o que é bom dura pouco, que também diz o ditado.

12.8.09

Ninguém (nem eu) diria

Literalmente da noite para o dia tudo mudou. A tristeza e a melancolia persistentes foram sendo arrumadas naquelas caixas de baixo valor do IKEA e nem sei onde andam, não que me pergunte pelo seu paradeiro, mas vou-me lembrando delas. Bastou um jantar entre tantos, aquele vinho que tanto me fez rir e a lembrança daqueles beijos trocados numa semana de verão quando eu tinha 17 anos. Ouvi-te falar de uma paixão a que sucumbiste vendo-me desaparecer nos dias de calor, porque a vida tem destas coisas, as pessoas afastam-se, separam-se por razão nenhuma, apenas porque sim, podendo as estações do ano mudar sem que as pessoas se vejam por muito tempo, mesmo que guardasse carinho e boas memórias por ti, desaparecido, mesmo que fosses perguntando por mim a quem tínhamos em comum ou eu perguntasse por ti à tua irmã.

Encontraste-me outras vezes, sorriste-me mais vezes com aquele que é o teu forte: um sorriso irresistível, perfeitamente alinhado, branco, e não me enganaste na tua vontade, porque uma mulher sabe sempre quando um homem quer estar com ela, sobretudo quando não partilha da mesma vontade. O tempo reaproximou-nos outras vezes em conversas sumidas, consequência de encontros inesperados. O tempo reaproximou-nos há pouco, no tempo da minha tristeza, lamentei-me no teu ombro, levaste-me a comer gelados, a jantar e a falar pelos cotovelos. Interrompeste-me dizendo que outras mulheres vieram sem que nunca te esquecesses de mim. Passaram 13 anos, seria possível que um homem não me tivesse esquecido depois de tanto tempo? Numa idade em que tanto muda e acontece? Falei de ti ao JC, que me conhece tão bem e deixou-me no ar uma frase que nunca esqueci: e que tal pensares em apostar em alguém que mostre gostar de ti? Mas isso é tão difícil. Também os outros achei gostar de mim. Como é que posso ter a certeza disso?

Guardando mais dúvidas que certezas, mostraste-me uma foto escura, tirada contra a luz do sol e cheia de sombras. Numa ousadia da qual só foste capaz porque bebias do mesmo que eu, disseste que se adivinhasse qual a cidade fotografada me darias um beijo. Ri, deixei bem claro que não tinha concorrido ao Jackpot, olhei longamente para a foto, era impossível saber. Mas seria aquela coisinha ao canto, pequenina e preta, uma gôndola?

- Veneza?

Não tive tempo para nada. Deu-me um beijo num sófa onde estava semi-deitada. Durante o beijo pensei se aquilo estaria certo ou errado. Se estava a cavar o buraco maior do que estava. Havia também a possibilidade de estar a sair desse buraco.

Deixei-me ir.

10.8.09

Perdão, mea culpa!

Queridos/as leitores/as,

queiram perdoar a parca escrita, mea culpa. Os meus dias têm sido assim, dormir até tarde, acordar e partir em busca da melhor praia. Fazer quilómetros como se fosse possível encontrar uma praia deserta em Agosto, protestar contra a temperatura da água e recordar constantemente o mar da Califórnia. Mal saber o que se passa no mundo, grelhar ao sol, comer sardinhas e salada de pimentos, tarde e a más horas, como eu gosto. Ser devorada por mosquitos. Esquecer-me do que é usar calças de ganga, anda sempre de pé nú, ver os amigos que voltam para um regresso curto lá de longe, beber sangria sem me importar com as quantidades que eu quase deixei de conduzir, comer sem olhar a calorias. Engordar, não sei se da quantidade, se da tranquilidade.


















8.8.09

Do you remember? #63

Peter Cetera - Glory of Love -1986

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6.8.09

Questões pertinentes #16

Meus adorados leitores, interessa-me a vossa opinião quanto ao produto que abaixo se pode ver. Aqui não há meninos, quero opiniões sérias, melhor as que vierem com a justiça do conhecimento táctil.

Diz que o We Vibe é o primeiro estimulador de clitóris e ponto G em simultâneo para utilizar "enquanto faz amor! Simplesmente revolucionário!". Peça curiosa esta, na qual dois motores de vibração oferecem estimulação dupla nos pontos necessários tanto para o homem como para a mulher, dizem eles. Feito de 100% silicone médico, pode aguçar a curiosidade com este vídeo de demonstração aqui. Com dois modos de vibração, dois motores de vibração, a peça é recarregável e o tempo de utilização é de cerca de duas horas. Oh, meu Deu... não devo invocar o nome do Senhor no mesmo parágrafo em que pergunto ao povo por este tipo de maquinaria, bem sei.



Feitas as apresentações, digam-me de vossa justiça: já alguém experimentou? Conhece alguém que adquiriu tal peça? É que este brinquedo custa a módica quantia de 119€ e queria saber mais do mesmo antes de me enterrar...

Vá, nada de javardices.

3.8.09

Verdade #51

Não sei se é piroso, bimbo ou parolo. Se é brega, possidónio ou infantil. Mas a verdade é que adoro ser chamada de biscoito, coisa que nunca tinha ouvido antes. Doce, é de certeza.

1.8.09

Do you remember? #62



Zoom - Hands off - This will be the last time - 1985

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