28.7.20

Protecção solar que uso na Carminho


#nãoépublicidade 

Eu, histérica da protecção solar, me confesso. Nunca me esquecerei de um relato que li num comentário de IG (acho que foi no perfil da Pipoca), de uma mulher que tinha cerca de 30 anos e cancro de pele por causa de um escaldão que apanhou aos 12 anos. Basta um escaldão para provocar dano celular e anos depois desenvolver melanoma. Um único escaldão chega, sabiam? E ser mãe e ouvir que o filho tem cancro de pele por causa de um escaldão em idade que é nossa responsabilidade?

Não tenho memória de apanhar escaldões em criança, mas em adolescente corri riscos da estupidez. Quanto mais escura e mais bronzeada, mais gira e cool. O envelhecimento da pele era só daqui a muitos anos, o cancro de pele só devia acontecer aos outros. Se soubesse o que sei hoje! 

Hoje em dia é raro estender-me ao sol e ando sempre de protecção máxima. Lido todos os dias com melasma no rosto, uso protecção verão ou inverno, passo a vida a ler sobre o assunto em busca do último grito para disfarçar o que tenho na cara.

Como podem imaginar, sou agora histérica da protecção solar da Carminho que, espero, aprenda e cumpra o que aprendi e tenho para ensinar. Espero que essa coisa de ficar de pele escura seja uma moda que se acaba. Hoje fico branca como uma lula e quero lá saber, aceito a minha cor natural.

Descobri este protector solar da BIODERMA o ano passado, o Photoderm Mineral, e é o que tenho usado na Carminho. É perfeito. Faz uma película esbranquiçada sem ser desconfortável, sei exactamente se deixei algum espaço de pele sem protecção, olho para o relógio para saber quando tenho de renovar, anda ao sol e nunca ficou com vermelhidão (dava-me um fanico). E ontem reparei que está com o corpo escurinho e o rabo branco. Mesmo assim, bronzeia.

É uma embalagem pequena, mas é perfeito para idades pequenas, cicatrizes que se querem poupar, zonas sensíveis, fiquei fã desta protecção solar.

É verdade que a Bioderma por vezes me envia presentes (que adoro), mas neste caso nem foi um deles. Se procuram uma protecção segura para os vossos filhos pequenos, este creme é impecável e seguro, basta ir reaplicando ao longo do dia e fico descansada.

Fiz esta e esta publicação nas redes sociais e os comentários falam por si, a opinião sobre este protector solar não é somente minha.





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1.6.20

Carminho e a cadeira da papa



Nas últimas semanas tenho aproveitado para vender, dar, devolver, you name it, tudo o que já não está em utilização em casa. E esta cadeira da papa da Chicco foi uma peça que me custou mesmo, mesmo, abdicar.

Isto não é publicidade, notem que estou a escrever este texto quando a cadeira já tem uma nova dona, mas era impossível não tirar uma última foto e partilhar o boa que é. Se estão para ser pais brevemente, se conhecem alguém a ter bebé brevemente, esta cadeira é uma escolha certeira. Não podia recomendar mais.

Na verdade, começámos por ter outra cadeira de refeições, cheia de design, toda gira, mas... na prática era mais design e pouco adequada para o bebé. Vendemos e procurámos outra solução mais adequada às necessidades do bebé (e nossas, também!).

A Polly Progress5 da Chicco foi-nos recomendada. Confortável (o que a anterior não era, mas na altura percebia pouco do assunto), com várias posições, sobe, desce, reclina, retira tampo, lava, retira e recoloca assento, assento lavável e impermeável, resistente, com rodinhas, foi uma maravilha.  O vídeo mostra bem o potencial. 

A cadeira ainda servia perfeitamente, mas a Carminho cresceu, passou a querer usar as cadeiras normais, não pude obrigá-la a ser bebé para sempre e tive de abdicar. 

A nova dona da Polly Progress5 é agora a filha de um amigo meu, levou a cadeira impecável, sem danos, tal como saída da loja. É daquelas cadeiras que compram, usam durante uns quatro anos e ainda está boa para durar para mais crianças, rodar dentro da família, pelos amigos and so on.

Mesmo antes de o meu amigo tocar à porta, tirei umas fotos com a Carminho sentada. Às tantas pensei se aquele sentimento de tristeza era mais um reforçar íntimo de que não haverá mais bebés. Mas não, já me passou, a tristeza era que esta cadeira me fez mesmo feliz, nunca me desiludiu e a Carminho cresceu. Nunca queremos abdicar de coisas boas.

A cadeira Polly Progres5 pode começar a ser utilizada desde o nascimento e tenho pena de não a ter tido logo desde o início. Teria dado muito jeito ao meu lado, mas na altura tínhamos este baloiço (que também ganhou nova dona entretanto). A cadeira, além das refeições, dá para usar como assento de fixar a uma cadeira dentro ou fora de casa, mas nunca usei essa modalidade. Crianças e restaurantes não é a minha cena, nunca escondi.

Quem também tem esta cadeira? Não é espectacular?

Temos cada vez menos coisas de bebé, acho que da Chicco só sobra o carrinho de bengala e a cama de viagem (hei-de escrever post sobres estes dois). 

Se tivesse outro bebé repetia todas as escolhas Chicco que fiz, será sempre uma referência de bebé para mim ❤

#nãoépublicidade







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27.1.20

Os ó-ó da Carminho e outros artigos que descobri


Perguntam-me muitas vezes pelas fraldas de pano da Carminho que ela usa diariamente. Um ó-ó é uma peça de conforto, de segurança, segura-o sempre no ombro e vai encostando à cara. Para adormecer vai fazendo festinhas na cara com o tecido e é uma delícia de ver. Vou ter saudades disso quando ela o deixar de fazer.

A Carminho tem fraldas simples, brancas, com impressão do logo com as iniciais dela, tem algumas mais coloridas com bichos que fui comprando em sites chineses, mas não tinha nenhumas com esta qualidade!

Por altura do Natal a cria recebeu este presente, um trio de fraldas que são as fraldas maaaais suaves onde já pus a mão. A sério, foi mesmo daqueles momentos em que abrimos o pacote e dizemos "uau!". E ainda por cima a 5€/cada fralda (aqui), são mais baratas do que as que mandava vir da China.

As fraldas foram um sucesso imediato não só para mim, mas para a Carminho que passa a vida a ir roubar estas fraldas para tapar ou enrolar os bonecos.

Outra coisa boa são as toalhitas laváveis (aqui), super suaves, em várias cores, permite distinguir as que são para limpar a cara ou o rabinho, 11€ para 10 toalhitas. Nice price e bem pensado. E ainda o tapete muda-fraldas (aqui) a 18€.

Não conhecia a Bambino Mio, mas posso dizer que este presente de Natal foi uma óptima surpresa. Quando a vida nos faz descobrir uma boa marca para as nossas riquezas, temos de divulgar!

A marca parece ser forte no domínio das fraldas reutilizáveis, recebi até um saco impermeável (aqui) que tanto pode funcionar para roupa suja como para fraldas sujas. O saco faz uma espécie de selo, dá umas voltas, tem um bom fecho (pelo que dali não saem fugas nem cheiros) e custa 15€.

Adorei a qualidade de todas as peças e também gosto da ideia "go green" dentro do domínio do reutilizável.

No entanto - uma pessoa tem de dizer a verdade - fraldas reutilizáveis nunca foi algo que tenha explorado ao mesmo tempo que sinto que isso devia ser obrigação de todos (o que me inclui). Embora não esteja mentalmente preparada gostava de fazer um esforço e tentar as fraldas reutilizáveis numa fase de desfralde. O que me têm a ensinar sobre isso? Venham a mim, nesta fase sou um bebedouro para este tipo de informação. Para quem quer saber mais sobre o tema, li (aqui) no site algumas FAQ sobre o assunto com números que achei interessantes. Todos os dias temos de fazer algo pelo planeta e o tema fraldas que é tão polémico é um bom começo.

A Bambino Mio é uma marca inglesa, tem loja online em português e os custos de portes são o preço de CTT, nada de especial. Dependendo do valor da encomenda os portes até podem ser gratuitos. Sobretudo, a qualidade da marca revelou-se espectacular, todos estes artigos dão excelentes presentes a quem tem bebé ou está à espera de bebé e a preços muito simpáticos.

Olhem xuxus, na verdade tenho é pena de não ter descoberto esta marca mais cedo, quando a Carminho nasceu. Recomendo!




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26.5.19

Wildy fest



Trailer aqui.


No Dia da Criança, dia 1 de Junho, o Hello Park em Monsanto vai receber o Wildy, um festival cheio de entretenimento para gozar em família. 

O festival vai estar dividido por actividades: 

A Floresta dos Ritmos by Tronkar, com aulas de música com instrumentos africanos, brasileiros e portugueses.

A Clareira da Mãe Terra, com workshops de olaria para porem as mãos na massa, moldar o barro, serem criativos e levar as obras de arte para casa. 

O Lugar dos Espíritos, onde as actividades são dedicadas ao coração e à gestão das emoções.

Workshops de reciclagem criativa em que os miúdos são desafiados a criar objectos com recurso a materiais recicláveis. 

Workshops de alimentação saudável para os mais pequenos aprenderem truques de culinária. 

Oficinas criativas, pinturas tribais, danças, jogos, teatro, não vão faltar actividades.

O Wildy é um evento de ligação com o meio ambiente e consciência ambiental com uma áurea mágica inspirada na natureza. 

Além disso, o festival tem o Apoio da República das Mamãs e se tem esse selo, é porque é bom, educativo e divertido.

Bilhetes aqui.








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4.4.19

Amamentar, sim ou não? - o que eu li


Amamentar, sim ou não - a minha experiência, ler aqui.

Depois de a Carmencita ter nascido, perdi a conta às mulheres que me escreveram por causa da amamentação. Estavam perdidas, queriam uma opinião de alguém de fora, alguém que fosse neutro e que tivesse uma experiência recente. Havia um denominador comum a todas estas mulheres: um sentimento de culpa muitas vezes provocado pela família próxima. Isto deixava-me sempre colérica.

Tocou-me especialmente uma leitora que não estava a conseguir lidar com a amamentação, queria desistir tranquilamente, mas não conseguia na presença diária de uma sogra que a pressionava constantemente. Pela descrição, para esta sogra era o seu momento de poder, mandava na nora e sentia-se o pináculo da sabedoria e maternidade, argumentando que a mulher foi mesmo feita para sofrer. Ela tinha de aguentar, o netinho dela não ia beber leite de lata.

A juntar a este cenário horrível, o pai da criança também não era lá pessoa muito firme, nunca soube pôr a mãe dele no lugar e ia tomando partido ora de uma, ora de outra. Resultado: uma depressão pós-parto. Morri de pena desta leitora, foi um relato horrível de ler.

Outra pessoa me escreveu, curiosamente uma enfermeira: "sou enfermeira (...) Durante a gravidez, tive muitos medos, medo do parto, de estar horas e horas a dilatar (...) Só não tinha medo da amamentação! Sempre achei a "coisa" mais natural do mundo (...) Mas a amamentação foi terrível para mim. Primeiro porque tinha os mamilos rasos e tive que usar mamilos de silicone, e depois porque o meu filho era muito preguiçoso para mamar (...) Como tinha muito leite e o rapaz não dava vazão, depois de mamar lá ia eu para a ordenha na máquina de extracção e tirar litros de leite. Mas o pior ainda estava par vir. comecei a ficar com os mamilos gretados de tal forma que chegaram a ficar em carne viva! Sei que isso é normal acontecer, apesar de todos os cuidados que tinha com os mesmos, pomadas que colocava, etc...

(...) Comecei a sentir-me muito em baixo emocionalmente. Não conseguia sentir amor pelo meu filho, chorei muito, só pensava nas mamas e nas mamadas! Como se não bastasse, tive quatro mastites num mês! Tomei antibiótico atrás de antibiótico, (...) entrei em desespero, só queria secar o leite e acabar com aquele tormento. Fui muitas vezes ao centro saúde, a minha enfermeira de família foi impecável, mas sempre com a mesma ladainha que ainda me irritava mais: "não seques o leite, isso é normal, o primeiro mês é o mais difícil, depois passa", "tira os mamilos de silicone, é mais difícil para ele pegar", "não lhe dês do teu leite pelo biberão, vai habituar-se à tetina e não vai pegar no mamilo", "põe à mama de hora a hora...", blá, blá, blá. Tinha a cabeça em água, ninguém me entendia. 

Quando tive a quarta mastite disse logo que para mim chegava, não queria amamentar mais, estava farta (...) Fui ao hospital, fui observada pela obstetra que disse logo que o melhor era secar o leite. Era uma pena, pois tinha muito leite, mas era o melhor, senão poderia ter um abcesso. No dia em que tomei os comprimidos para secar o leite chorei muito, estava sentir-me culpada por ter tanto leite e desperdiça-lo (...) Ainda dei do meu leite que tinha congelado (...) e entretanto iniciou o leite em pó.

Sou enfermeira, sei o bem que faz o leite materno, mas sinceramente, bendito leite em pó. Desde que começou a fazer o leite em pó, tive muito mais tempo para o meu filho e também para mim. Ressuscitei, literalmente! Sou defensora da amamentação, mas também sou do aleitamento, quer por opção ou por necessidade".

Acho que se consegue perceber o inferno pelo qual esta pessoa passou. Ao optar pelo leite em pó sentiu-se renovada. Estava num estado tal de ansiedade, angústia e tristeza que começou a interferir com os sentimentos que tinha pelo filho. E digam honestamente, isto vale a pena? Em nome do quê?

Durante a gravidez e alguns posts que fui publicando, havia um outro lado, o das mães triunfantes, o das mães que diziam "eu sangrava dos mamilos e não desisti! O meu filho até bolsava sangue!". As minhas sobrancelhas até se levantam, mas pronto, essas maminhas não são minhas. Acho que se a mulher quer passar por essa provação e está convicta de que por maior que seja o sofrimento não quer desistir, tudo bem. É o vive e deixa viver, o cada um sabe de si, sou completamente a favor da opção que a mãe escolher. O que eu acho errado é pressionar a continuar um calvário de amamentação uma mulher que quer desistir.

Com o tempo percebi que alguns conteúdos que circulam na net ou em livros promovem a angústia da mulher. No meu caso não tinha dúvidas quanto à minha vontade, mas há mulheres que não têm essa firmeza, há mulheres que não conseguem pensar direito no pós-parto.

Argumentos que li (juro que li): "as mães sentem-se mal quando não estão a amamentar", "a mãe que amamenta sente-se uma mãe completa", ou "a amamentação é fundamental para que a mãe e o bebé criem laços", pode fazer com que algumas mães se sintam umas aves raras, más mães, mães insuficientes. Isto numa altura em que uma mulher mais necessita de afecto, compreensão e ajuda.

Quando a Carminho tinha sete dias de vida, não evacuava desde o dia anterior, fiquei preocupada. Decidi ligar para o centro de saúde e falar com a minha médica de família para saber se esperava tranquilamente ou se dava um bebegel (ou coisa parecida). Quando me perguntou se estava a amamentar e respondi que não, levei um inacreditável sermão, como se fosse uma miúda. Nunca mais me esqueço a agressividade e de me dizer que a minha filha estava obstipada e a culpa era minha por ter escolhido não dar de mamar.

Fiquei literalmente sem palavras ao telefone, no mais profundo silêncio (o silêncio também é uma forma de resposta), segurando o telefone, deixei-a falar o que ela quis e quando foi altura de desligar, "obrigada, boa tarde". No dia seguinte liguei para o centro de saúde e disse que nunca mais voltaria a ser atendida por aquela médica. Quanto à Carminho, pouco tempo depois do telefonema sujou a fralda, foi uma coisa passageira sem motivos para alarme.

Tenho perfeita consciência de que me habilitaria a uma depressão pós-parto, a um desprazer nos cuidados com a minha filha, se me sentisse obrigada em vez e livre de fazer a minha escolha. E por tudo isto sou a maior fã da possibilidade do leite em pó, a sua existência traz muito mais do que alimento ao bebé, traz partilha de refeições, traz liberdade, traz descanso, traz alívio na rotina, traz mil benefícios que para mim e para a vida do dia-a-dia são muito maiores que os benefícios que o leite materno possa trazer.

Para outras mulheres dar de mamar é o maior prazer, a solução mais fácil e rápida, o desmame faz-se com algum sentimento de tristeza e acho óptimo que assim tenham optado se foi esse o seu desejo.

E ainda sobre este tema das maminhas, temos um casal amigo que um bebé que mamava em regime livre, mas que estavam de rastos, eram zombies, a criança tinha um ano e ainda despertava em média cinco ou seis vezes por noite. Credo! Quando a Carminho nasceu acordava duas vezes por noite e ao fim de três semanas já só acordava uma vez pelas 6h da manhã! Mas again, quem opta pelo regime livre não é assunto meu, não tenho nada contra, apenas não queria para mim.

A criança já tem três anos e ainda não dorme noites inteiras, tem um vício de mama. Não é fome, é vício. E embora eu respeite a opção, é evidente que isto aconteceu porque sempre lhe foi dada a maminha de todas as vezes que quis, às horas que quis.

Este estudo de 2017 da Universidade do Minho é muito interessante. O estudo avaliou o comportamento de sono das crias às duas semanas de idade, aos três e seis meses de acordo com o tipo de aleitamento: amamentação exclusiva, aleitamento materno + artificial e aleitamento artificial exclusivo.

Os resultados mostraram que os bebés amamentados em exclusivo "têm um período de sono mais curto durante a noite aos três meses de idade, do que os bebés em aleitamento artificial exclusivo", "despertam mais vezes durante a noite aos seis meses de idade, do que os bebés em aleitamento artificial exclusivo e têm um período de sono mais curto durante a noite".

I rest my case, sou mesmo team biberão. A minha sanidade mental é importante.

Em suma, sobre amamentar ou não, eu sou pela liberdade de escolha e pela proibição da pressão dos profissionais de saúde ou familiares. Cada mulher deve decidir o que deseja, se quer ter liberdade, paz, tempo para si ou se prefere sujeitar-se às consequências do aleitamento materno. Para mim, qualquer opção é válida, até mesmo se a mulher não quiser dar de mamar só para não estragar as maminhas. Acho um argumento tão válido quanto outros.

Se um dia vier a ter outro bebé (o que é altamente improvável) duvido que opte pela amamentação, mas não digo "nunca". Não tive uma excelente experiência com a Carminho, mas entretanto fiz uma redução mamária com técnica para poder dar de mamar se um dia desejar. O importante é ter opções.





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28.3.19

Carmencita, a Herdeira #4


A minha sogra passou por casa e ofereceu uns óculos de sol à herdeira, desses próprios para os mais pequenos protegerem os olhos em dia de muita luz.

Hoje a cria andou pela casa com os óculos de sol com jeito magnata. Parecia uma diva num iate, nas águas chiques do Mediterrâneo, flutes de leite e comida chique ao pequeno almoço.

Até que ouvi a Sirly reclamar: "isso não é chiqui! Não é nada chiqui, Carjminho!".

A herdeira anda pela casa de óculos com os dedos no nariz e de vez em quando vai colando os macacos do nariz nas lentes dos óculos.

#ascriançassãoomelhordomundo
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21.2.19

Amamentar, sim ou não? - a minha experiência


Não é difícil de adivinhar, o post vai ser polémico. A tensão sobe e o coração fica descompassado quando um texto sobre amamentação aterra na internet. Assim, às pessoas que ficam mais acesas com a temática, peço por favor que façam contribuições construtivas e mantenham os ânimos calmos. Quem não gostar pode sempre fechar a página.




A Carmencita já vai fazer dois anos e nunca escrevi aprofundadamente sobre a minha experiência de amamentação (até o pós-parto aguarda post). Eu sabia que já tinha abordado o tema algures, procurei e fui descobrir o post aqui. É de 2011. E o curioso de reler este texto tão antigo foi perceber que não mudei muito a maneira de pensar. Podia ter acontecido, não vinha mal ao mundo, os anos passam e mudamos os nossos interesses, hábitos e formas de pensar, mas não se deu uma grande transformação no que toca a este tema.

Parece inacreditável vindo de mim, mas ao longo da gravidez preparei tudo para dar de mamar. Oh, se gastei dinheiro! Eu tinha sete soutiens de amamentação! Que agora jazem novos, reluzentes, num saco sem que saiba o que lhes fazer.

É verdade que nunca fui fã da ideia de amamentar, não sei explicar o motivo. Tenho uma amiga que procurava converter-me, dizendo que era um momento de união especial e único, mas eu não chegava lá, não me tocava no coração.

Durante a gravidez, pedi opiniões no blogue e muni-me de tudo o que havia no mercado para me ajudar na missão amamentação. Fiz esta lista com as vossas sugestões:


1. Biberons AVENT da Philips. Escolhi a gama natural, aproveitei uma promoção para comprar cinco e são os biberons que ainda usamos. Com o tempo fui só comprando tetinas, à medida que os bebés crescem mudam as tetinas que têm mais furos para passar maior quantidade de leite. Nunca me desiludiram, recomendo muito. Passei também por vários escovilhões de limpeza que se desfizeram, o da Avent é mesmo o melhor, devia ter comprado logo junto com os biberons, os outros só serviram para acabar no lixo.

2. e 3. Creme antiestrias da ISDIN e da BARRAL. Não são bem um essencial à amamentação, mas foram essenciais para mim para evitar ficar com a pele das maminhas estragadas. Ia alternado, cumpriram, a gravidez não me deixaram uma única estria para contar a história (e entretanto fiz uma redução mamária).

4. Purelan, o famoso creme da Medela para evitar ficar com mamilos gretados e que se pode colocar entre as mamadas.

5. Soutien da Chicco. Eu disse que comprei sete soutiens para amamentar, são da H&M, da Primark e nenhum deles éfoi como este da Chicco que coloco na imagem. É tão bom, tão bom que o usei mesmo sem estar a dar de mamar. Recomendo muito!

6. Almofada de amamentação Boppy, na Chicco. Se vão ter um bebé, têm de ter uma almofada destas. É excelente para amamentar, para dar biberon, mais tarde para sentar o bebé que ainda não se aguenta sozinho, para fazer "barreira", acreditem, é um óptimo investimento que dá para várias ocasiões.

7. Creme de mamilos da ISDIN. Usei ainda grávida nas últimas duas semanas de gravidez, numa espécie de preparação.

8. Bolsas de gel no frigorífico para a subida de leite (em vez de ervilhas, sempre é mais simpático e não fica a cheirar a podre).

9. Discos de hidrogel anti-fissuras da Chicco. Os discos ajudam a prevenir lesões dos mamilos, mantêm a pele hidratada e elástica, acalmam a dor. No caso de existirem lesões, são bons para ajudar na cicatrização.

10. Mamilos de silicone da Chicco, alivia a dor e facilita a vida das mães que têm mamilos achatados.

Como vêem, eu tinha tudo! E ainda tinha uma bomba manual de retirar leite que nunca cheguei a usar e ofereci.

Dar de mamar devia ser uma coisa simples: mãe põe maminha na boca do bebé e está feito, todos gostam e vivem felizes. Mas não, é completamente diferente disto.

Ao longo da gravidez desenvolvi uma grande sensibilidade nos mamilos. Até a água do duche me incomodava. Se no início era tolerável, no fim da gravidez já me encolhia e isto fazia-me pensar que possivelmente não ia conseguir dar de mamar. Era sensibilidade a mais.

No parto perguntaram-me se queria que a Carminho fosse colocada sobre mim quando nascesse, se queria colonizar a pele dela e dar maminha. Não duvidei, claro que queria.


A foto ficou linda para mais tarde recordar, mas o que se seguiu não foi espectacular para nenhuma das duas. Por esta altura não tinha leite, nem colostro (pelo menos amarelado), era uma água transparente, umas gotas de nada, não fazia ideia como é que um bebé se ia alimentar daquilo, mas esperava que o volume aumentasse. O dia seguinte não foi muito diferente, a aguadilha era a mesma, mas os mamilos começavam a ficar cada vez mais sensibilizados, ao mesmo tempo que a Carminho revelava não ter muito jeito para mamar. Mastigava o mamilo e sucção nem por isso.

No Hospital de Cascais as enfermeiras foram absolutamente impecáveis, ajudaram, ensinaram, estimularam, acho mesmo que tentaram. Mas no dia seguinte, na falta de maior alimento veio o choro e perante o insucesso sugeriram um biberom.



Era de madrugada, a ideia das enfermeiras foi permitir-me descansar, alimentar o bebé que tinha fome e voltar a tentar amamentar dali a umas horas. Mas eu vi como a Carminho ficou consolada, oh!, ponham consolo nisso, ela estava de barriga cheia, descansada, só lhe faltava dizer "agora sim, estou bem".

Dar biberom foi tão simples, tão prático e tão agradável que me deixou a pensar que eu preferia essa possibilidade. Desengane-se quem possa pensar que há menos união entre mãe e bebé, para mim foi maravilhoso poder sentir que estava a dar-lhe leite na quantidade que precisava, mesmo que não fosse meu e - isto é extraordinário - à medida que a alimentava com leite que não vinha das minhas maminhas, sentia o útero contrair igualmente (a Natureza teve graça).

Horas mais tarde voltámos a tentar, doía-me e não saía nada de jeito, tentámos mamilos de silicone, ela parecia que não vinha ensinada.

Amadureci a possibilidade que já tinha sido colocada, chegou o PAM e perguntei-lhe se não se importava que optasse por não dar de mamar. Falei com a minha mãe para me dar uma opinião, deixaram-me sem culpa nas suas palavras, desvalorizaram esta fervorosa obrigação absoluta de dar de mamar que tantas vezes se lê e informei as enfermeiras que iria optar por dar fórmula, queria secar as maminhas e dois dias depois do parto tomei os comprimidos. Nem cheguei a ter subida de leite.

No Hospital de Cascais receei que fossem tentar uma lavagem cerebral, que me olhassem de lado ou fizessem comentários depreciativos que me deixassem aborrecida, mas foram de uma rectidão exemplar. Apenas perguntaram se tinha a certeza, se estava bem informada ou se precisava de mais informação, entregaram a receita para o medicamento e nunca mais tocaram no assunto.

Se me esforcei muito? Honestamente, não. Mas rapidamente percebi que não era para mim. E não pedi opinião no sentido de uma autorização, foi mais no sentido de me ajudarem a pensar porque depois de um parto não temos a cabeça grande coisa.

Inicialmente dava o leite com água engarrafada, ia mudando as marcas de águas para variar os minerais, sempre a uma temperatura ambiente. A ideia foi não criar vícios como via no meu sobrinho que estando na rua sem ter onde aquecer o leite, recusava-se a beber por entre gritos histéricos de fome. Com o tempo e autorização do pediatra, talvez pelos seis meses, passou a beber leite com água canalizada.

Ao contrário do que me diziam, que dar maminhas era muito mais simples sobretudo à noite, estou em desacordo. Para mim era do mais simples que há deixar os biberons fechados com água, ir dormir e à noite acrescentar o pó numas caixas onde se dividem as doses. Aquilo é só adicionar, agitar e está pronto a beber. Ainda hoje uso a caixa das medidas no saco de sair à rua.

Claro que o leite materno é o melhor para o bebé, por outro lado nunca mamei e sempre fui uma criança saudável. Também não acredito numa relação absoluta entre leite em pó e cólicas. Quando a Carminho nasceu, um primo dela tinha nascido dois meses antes e era exclusivamente alimentado com leite materno. Este bebé foi um problema com os intestinos, chorava o bebé e a mãe. Dizia-me a mãe que ela própria chorava quase todos os dias e eu ficava angustiada com aquilo. Entretanto a Carminho nasceu, foi alimentada com leite de lata e se teve duas vezes dores que me obrigassem a massajar a barriga dela, foi muito.


Confesso sem dramas, depois da minha experiência tornei-me a maior fã de leite em pó (e mais tarde vim por isso a aceitar uma parceria com a NAN da Nestlé, que foi o leite que sempre bebeu). Se vivesse num tempo em que não existisse essa possibilidade de escolha, teria passado por uma fase infeliz. A existência do leite em pó deu-me liberdade. Os primeiros meses de ter um bebé - são horríveis, não vou mentir - foram melhores porque pude dividir a alimentação da minha filha. Eu, o pai e a Sirly ou quem nos visitasse podia alimentá-la, não era exclusivamente dependente do meu corpo.

Não tive subidas de leite, mastites, fissuras nos mamilos e pude dormir quando estava mais cansada. O pior que me aconteceu foi ter os mamilos a pelar com zonas em crosta das tentativas de amamentação que fiz no hospital e oh se dói! Portanto, nem quero imaginar com insistência. Mas depois disso fui livre, tinha algumas horas para mim e eu juro que isso tornou a minha experiência de maternidade muito melhor. 

A partilha da alimentação da Carmencita foi fundamental para mim, ela dormia longas horas, ao fim de umas três semanas de vida já dormia cerca de seis horas ininterruptas de noite e este cenário permitiu-me gozar a maternidade de uma maneira que (pessoalmente) era sem dúvida a melhor.

Respondendo à pergunta do post: amamentar, sim ou não? Sim, se a mãe quiser; não, se a mãe não quiser. Por acaso perguntei ao PAM porque não queria que se sentisse colocado de parte, mas na verdade (e desculpem a franqueza) acho que a opinião do marido não conta para este campeonato. São as maminhas da mãe, as dores da mãe, o sofrimento físico da mãe, o desgaste mental da mãe, o cansaço da mãe, o tempo da mãe e para mim decide a mulher o que lhe apetecer, sem dramas e sem sentimentos de culpa. E restante família à parte, considero mesmo que neste tema os palpites alheios que não acompanham a opinião da mãe não são autorizados.

Olhando para as fotos tenho um óptimo sentimento na decisão que tomei na altura. Foi de longe a melhor opção para a minha natureza enquanto pessoa e foi bom para o PAM poder partilhar a alimentação dela. E deixo a recomendação: tirem fotos! Eu sei que não há muita vontade, mas hoje acho que tirei poucas fotografias desta fase. Na foto da esquerda a Carminho está a ser alimentada pelo pai, na foto do meio - que nunca partilhei - foi a primeira noite com os três em casa, e a terceira foto é já com a Carminho mais crescida, quando começou a segurar o biberom sozinha.




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2.12.18

Tipos de fraldas





Isto é genial e muito preciso!

Teria muito a dissertar sobre as woodland pellets e os nuclear nuggets, 
mas vou deixar a leitura para se divertirem. 




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13.11.18

Escolher biberons para a Carmencita



Quando fiquei grávida da Carminho os biberons fizeram parte da lista de compras para o bebé. Eu queria dar de mamar, escrevi sobre isso aqui, mas estava com expectativas muito tranquilas: se funcionasse, óptimo para as duas. Se achasse que não queria, tranquilamente optaria por leite de fórmula.

Para quem nunca teve um bebé a oferta pode parecer confusa: há biberons muito pequeninos e outros grandes, há de vidro, há de plástico, há tetinas de várias formas, feitios e materiais, marcas que nunca mais acabam… pode ser um processo de escolha moroso.

Comigo foi simples e nem procurei outras opções: escolhi a marca que resultou com os bebés da minha irmã, uma gama que se chama “natural” e que tem o objectivo de ser o mais parecido com a amamentação. Aproveitei uma promoção, comprei três biberons, tetinas de silicone de vários furos para ir mudando ao longo do crescimento, fiquei com o esterilizador da minha irmã e estava pronta para que a Carmencita nascesse.

Li em alguns espaços de maternidade que recomendam ter seis biberons, eu tinha três, mais tarde comprei outro e nunca senti que precisasse de mais. Ainda hoje usa os mesmos biberons todos os dias e não há manhã sem NAN Optipro 4 da Nestlé. Só tive de fazer uns furos extra nas tetinas, pois a esta altura, com um ano e meio, já tem preferência pelo fluxo de uma cascata.

É o pequeno-almoço desde sempre e durante muito tempo os biberons  NAN Optipro 4 da Nestlé chegavam ao fim e seguia-se uma cena de gritos e gula: queria mais e tinha e a distrair imediatamente com alguma coisa. Agora está mais civilizada, já aceita que o leite chegue ao fim (embora seja uma desilusão) e segue-se um pedaço de pão, que também não demora muito a desaparecer.

#NANOptipro4  #Nestlé  #NestléBebéPT






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21.9.18

A Carmencita bebe batidos



Há dias vi um programa sobre escolhas alimentares e impressionou-me: há pessoas que rejeitam completamente legumes e frutas. Simplesmente nem fazem parte da sua lista de supermercado.

Na minha família, isto é impensável. Há legumes todos os dias e em todas as refeições, consumimos imensa sopa e efectivamente sinto falta de mais legumes quando estou fora do país. E não faço esta opção alimentar por ser boa para a saúde, mas porque é realmente o que eu gosto de comer.

Verdade seja dita: no meu caso, fruta é que não tanto. Sou muito mais adepta de legumes do que de fruta (o que não considero grave) mas não quero que a Carmencita seja assim. Teria muito gosto que em adulta retirasse prazer de uma alimentação cheia de “plantas”, do que cresce nas árvores e na terra. Por isso, todos os dias procuro educar-lhe o paladar nesse sentido. Para além de comer sopa ao almoço e jantar, de ter legumes no prato e de comer fruta como sobremesa, de vez em quando incluo alguma fruta extra fazendo uns batidos que têm reacção visível: adora!

Os batidos da Carmencita são simples, bebe sempre de manhã ao pequeno-almoço ou ao lanche e são ainda uma forma de aumentar o consumo de água no dia-a-dia:

210 ml de água
7 medidas de NAN Optipro 4 da Nestlé
Fruta a gosto
Tudo na varinha mágica ou liquidificador

Costumo optar por banana, maçã ou pêra mas, dependendo de quanto tempo falta para a refeição seguinte, por vezes faço tutti-frutti. Não junto manga porque tem fios e pode entupir a tetina do biberão e evito frutas como morangos e kiwi por causa das pepitas (pelo mesmo motivo). A ideia é keep it simple, optando por frutas portuguesas mais tradicionais.

Para quem não sabe como incluir mais fruta no dia-a-dia das crianças ou para quem quer aumentar a sua ingestão de água proporcionando-lhes um teor protéico adequado, os batidos de fruta com NAN Optipro 4 são uma excelente opção. Fica a ideia!

#NANOptipro4  #Nestlé  #NestléBebéPT





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26.7.18

A barriga da Carminho



Felicidade é ver chegar o biberão e beber como se não houvesse amanhã!

A barriga da Carminho sempre trabalhou com bom rigor. Haja rendimento para tantas fraldas! E tem sido muito “boa boca”. Com a introdução de novos alimentos, se é certo que inicialmente estranhou alguns e até achei que não ia gostar de banana, hoje é um “aspirador” de comida. Depois do prato dela ainda quer saborear o dos outros e até já provou caril. Pensei que ia fugir, mas gostou.

Se a alimentação é variada com sopa, carne ao almoço, peixe ao jantar e muitos legumes, o mesmo não se pode dizer do pequeno-almoço e da ceia (quando ceia) que sempre se repete mas recebe como uma novidade: um biberão cheio de leite. Eu tenho de gravar o drama que a diva faz desde que avista o biberão até que lhe é dado para as mãos!

Agora que a Carminho tem pouco mais de um ano, ainda que nunca tenha sido motivo de preocupação, à medida que vão sendo introduzidas leguminosas, arroz e massas, e não sendo ela grande apreciadora de beber água, algumas vezes notamos as fezes mais duras.

Então optámos por uma estratégia: além de ir educando a Carminho a beber água (uma parte fundamental da nutrição), o lanche da tarde inclui um biberão de NAN Optipro 4 e um alimento não lácteo (como por exemplo bolachinhas ou fruta) adequados a esta etapa. Com um lanche destes ajudamos a satisfazer a barriguinha! E ao final do dia, a alimentação da Carminho tem o teor proteico adequado e também a água necessária.

Com o verão previam-se muitos lanches com NAN Optipro 4. Para além da água que vai bebendo e comendo nos restantes alimentos, esta tem sido uma boa solução para assegurar que recebe os nutrientes necessários a esta etapa. Desta forma nunca precisámos de recorrer ao médico, a xaropes para ajudar a evacuar e também nunca precisámos de alterar a introdução de novos alimentos com receio que lhe deixem a barriga “presa”.

O NAN Optipro 4 destina-se a bebés dos 1 aos 3 anos de idade, fornece os nutrientes necessários a esta fase de crescimento e acompanha-nos todas as manhãs, em algumas noites e sempre que saímos de casa. O doseador com NAN Optipro 4 e o biberão com água lisa está sempre dentro da mala do bebé.

#NANOptipro4  #Nestlé  #NestléBebéPT





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28.6.18

Carmencita, a Herdeira #3


É oficial, a Carmencita já disse a primeira palavra completa, inequívoca. Já repetiu mais do que uma vez, em vários dias. Se ao início tivemos dúvidas, também já a Sirly ouviu estando sozinha com a cria e comentou connosco, então não restam dúvidas.

E é com entoação em português brasileiro: "ooolha!"

Riqueza da mãe vai falar que nem nas novelas da Globo! ❤


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22.6.18

Amamentação e fórmula


Quando estava grávida preparei tudo para amamentar. Não me faltavam soutiens de amamentação, cremes para os mamilos e outros produtos mil vezes recomendados por outras mães. Já na sala de partos, momentos antes de a Carminho nascer, perguntaram-me se gostaria de colonizar a pele dela encostando-a ao meu corpo e oferecer as maminhas. Claro que queria, nem tive dúvidas!

E assim foi, depois de nascer a Carminho esteve despida sobre o meu corpo e até me mostraram como ela tão bebé, acabada de nascer, quando pousada sobre o meu corpo deslocava-se em direcção às maminhas. Arrastava-se sobre mim, num gatinhar rastejante em direcção à minha mama. Completamente inato.



Dessas primeiras horas resultou esta fotografia, mas infelizmente a amamentação não correu como gostaria, para mim não foi fácil e a Carminho, que nas primeiras horas parecia treinada, perdeu o jeito. Mastigava o mamilo e nada de sucção.

Não há dúvidas que o leite materno é o melhor alimento para os bebés, foi a minha primeira opção, mas não resultando também não havia lugar a dramas. Para mim dar biberão foi uma experiência maravilhosa e muito sentida, tanto que costumo contar que sentia o útero contrair. E foi também embevecida que vi o pai alimentar a Carminho. Funcionou maravilhosamente para mim, para ela e também funcionou como família. Receber uma visita dos avós para dar o lanche à neta foi um ritual dos primeiros meses feito com muito amor.

Entretanto chegaram as papas, as sopas, as frutas, sempre acompanhadas pelo NAN Optipro 2 e depois o NAN Optipro 3.

A Carminho sempre se adaptou bem a esta fórmula, nunca sofreu de cólicas e sempre deu noites de fazer inveja a muitos pais. Escolher um leite infantil foi fácil, no nosso caso, escolhemos a marca NAN apoiados pelo pediatra, com uma qualidade proteica muito próxima do leite materno, com todos os nutrientes necessários a esta etapa de crescimento e da Nestlé, que é marca de confiança, empenhada na investigação do melhor para os nossos bebés.


#NANOptipro4  #Nestlé  #NestléBebéPT


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2.5.18

Das coisas que deixam saudade ❤



Riqueza da coxa grossa, já não me lembro dela assim. Tenho de avivar a memória com fotos.

Olhando para trás, das coisas que mais sinto saudade é deste berço. Não, não é publicidade, foi um presente da família quando ainda estava grávida. Olho para as fotos e quase dá vontade de ter outro bebé, só para poder dormir assim outra vez, com a cria mesmo ao meu lado.

A Carmencita dormiu sempre junto a mim no berço Next2Me da Chicco até cerca dos oito meses. Estiquei o tempo o mais que pude, foi até ao limite de segurança, mas começou a sentar-se e a agarrar-se às coisas, podia debruçar-se e cair, não dava para continuar. Se fosse só pelo tamanho o berço continuaria a servir, mudou apenas porque ganhou mobilidade.

Foi das coisas de que mais gostei, o berço aberto, ela junto a mim, nós com espaço na cama. Poder dar-lhe a mão, mexer nela, era tão, tão, bom! Quantas vezes o PAM nos apanhou de madrugada de mão dada. Mas aos oito meses teve de passar para o quarto dela, para a cama de grades (também óptima, da Oficina Rústica, hei-de recomendar) e foi uma semana que me partiu o coração.

Vi agora um anúncio a este berço, lembrei com saudade desse tempo, do bom que era e lembrei-me também de recomendar: se estão grávidas, se conhecem alguém à espera de bebé, este é o berço. Mas é mesmo, não podia recomendar mais! Eu tinha um berço de família, giro, à antiga, muito instamaterial, mas este oferecia-me uma proximidade e facilidade que queria experimentar. Chegou na forma de presente de família e ficará sempre na minha memória.

Uns três meses depois de recebermos o Next2Me apareceu uma nova versão, o Next2Me Dream. É uma diferença de 30€ que acho que deve valer a pena para ter sistema de embalar nos pés do berço e uma forma mais prática de subir e descer a lateral. 

O berço da Carmencita voltou à caixa, impecável, novo, parecia saído da loja. Foi arrumado cheio de memórias. Hoje em dia ela passa as manhãs na nossa cama armada em dona e rainha do espaço. Apanho cada chapada que vejo estrelas, a via láctea e um universo paralelo. Também é bom, mas menos romântico. Se soubesse o que sei hoje tinha comprado uma cama de casal de 2m e não de 1,8m (é outra recomendação que vos deixo!).



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19.3.18

O presente do 1º aniversário da Carmencita



Mostrei nas redes sociais as bonecas que comprei para o primeiro aniversário da Carmencita. Achei que tinha a nossa cara, dormimos juntas muitas vezes, tal como na foto, ela gosta, as bonecas são representação disso mesmo e espero que durem muito tempo.

E as leitoras estão doidas porque querem igual!

Cruzei-me com estas bonecas numa página qualquer que não lembro, chamam-se "Angela Dolls" e têm uma etiqueta lateral que diz "MeToo". Ora, segui para o AliExpress e encontrei-as em segundos. Sei que as bonecas se vendem por cá em algumas lojas, não faço ideia a que preço, mas parece que onde fui buscar é um bocadinho como ir à fonte.

Existem vários modelos, várias cores de roupas, a mãe tem 34cm de altura e a filha tem 18cm de altura. A filha traz ainda um gancho que se prende à roupa da mãe e assim podem andar juntas, sem se perderem uma da outra. Em alternativa, o gancho da filha também se pode prender ao carrinho, à cama, ao ovo, onde entenderem.

Comprei a mãe e a filha aqui, mas os preços eram diferentes na altura da mina compra, pois paguei 12,55€ pelas duas e agora o total está em 23,65€. Os preços podem voltar a mudar ou têm aqui a mãe a 7,70€ e aqui a filha a 3,31€, o que perfaz um total de 11,01€ (com preços à data de hoje).

O transporte não foi rápido, levou cinco ou seis semanas a chegar, dentro dos cerca de 50 dias que estimavam. mas chegou impecável.

As bonecas são leves, giras, não trazem nenhum tipo de cheiros, recomendo!



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16.3.18

O 1º aniversário da Carmencita




Tenha desconto de 10% na Miss Brownie 
em compras efectuadas através deste link!


Está uma riqueza de bebé e fez o primeiro aniversário no dia 2 de Março. Tão querida, tão querida, tão querida! Só apetece apertar com mil beijos e morder sem estragar.

Faltavam uns dias para o aniversário da Carmencita quando este bolo da Miss Brownie apareceu no meu feed do FB. Fiquei obcecada, durante dias só pensei neste bolo. Eu até sou do género de fazer os bolos de aniversário porque tenho óptimas memórias de a minha mãe cozinhar bolos de anos a cada dia de soprar velas. Mas convenhamos, o bolo este ano era para mim, não para a cria que nem provou (temos pena!).

Desisti da ideia de cozinhar um bolo, poupei trabalho e encomendei este bolo à Miss Brownie, de onde já conhecia os brigadeiros de colher, mas pelo aspecto este bolo não ia ficar atrás. Quando o fui buscar namorei-o que tempos: que bolo tão bonito! E na altura de cortar choraminguei ter de o estragar.

Adorei este bolo, cheio de recheio, cheio de frutas, framboesas em todas as camadas sem intenção de poupar, ah... tão bom, comia já outro. E se é que é possível, a única fatia que sobrou para o dia seguinte, achei-o ainda mais saboroso (ou sou eu que sou lambona).

Para quem tem festas, levem daqui esta recomendação, é mesmo maravilhoso. Isto sim é um bolo! Abomino aqueles bolos com bonecada, "parabéns" desenhado a saco de pasteleiro, massas de pão de ló com recheio de doce de ovos falso, poupem os convidados que não merecem. É todo um bom gosto na decoração que não falha sequer no "prato" que é um cartão dourado em vez daqueles papéis brancos rendados, tão manhosos e tão comuns.

E para quem vai casar, este bolo em pirâmide é dos mais bonitos que já vi, como podem ver aqui em várias versões. Se eu fosse dar uma festa de casamento, nem pensava duas vezes, eles merecem toda a recomendação do mundo.

Na loja acabei por descobrir ainda a marca Festas da Maria (aqui) que tem decoração muito gira para bolos e para festas. Escolhi um 1 muito simples e uma espécie de estendal com bandeirinhas em pano cru.

Deixo apenas uma nota a quem vai deixar este bolo numa mesa onde existem crianças: querem todos depenicar as frutas e os brigadeiros do topo, foi um filme controlar algumas criaturas.

  




Miss Brownie website, aqui
Miss Brownie FB, aqui

Festas da Maria FB, aqui
Festas da Maria imagens, aqui


Vídeo AQUI                                                                             Vídeo AQUI

Estes vídeos são de aquecer o coração. Vimos mil vezes para matar saudades da Carmencita quando estivemos no Rio de Janeiro, logo a seguir ao aniversário. Todos os bebés deviam ter festas assim ❤



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22.2.18

As colheres da Carmencita

Quando a Carmencita começou a comer papas, aos quatro meses, fui toda decidida fazer a papa que tinha na despensa quando me lembrei que não tinha colheres de bebé. Notava-se que tinha imensa experiência de maternidade, não é? Lá me desenrasquei com uma colher de gelado, daquelas de plástico, pequeninas, de quando pedimos um copo com duas bolas numa gelataria. Uma tristeza.

No dia seguinte comprei no supermercado uma colher de silicone lisa, sem graça, que cumpria a função. Mas não podia viver só com uma colher, pelo que me lancei na net em busca de colheres de bebé giras e encontrei estas. 

Ando há que tempos para fazer esta sugestão, desde então estas têm sido as colheres da Carmencita em todas as refeições. Quem procura colheres de bebé estas são de óptima qualidade, divertidas e a um preço muito simpático.

Começámos por ter o porquinho e o elefante. O PAM deixou o porquinho num hotel, fiquei capaz de o matar, cheguei a casa e encomendei um novo porquinho e a girafa. Agora vêm a caminho o leão e a baleia para ficar com o conjunto completo.

Estrago a criança com mimos destes, eu sei.



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21.2.18

Carmencita, a Herdeira #2



Há dias cruzei-me com esta foto e tive um choque. Tão pequenina! Em cima tinha três meses, em baixo está quase a fazer um ano. Aquilo que dizem de o tempo passar rápido é mesmo verdade. Mas mesmo. Não sentimos nos primeiros meses que andam a passo de caracol, mas um dia cruzamo-nos com fotografias e perguntamo-nos o que aconteceu. E é por isto que ignoro quando reprovam que a Carmencita durma tantas vezes comigo ou quando o PAM reclama por ela adormecer no sofá abraçada a mim. Ela não vai querer dormir comigo para sempre e eu quero aproveitá-la. É que depois de termos filhos o tempo parece que entra em modo turbo e eu quero sentir que namorei a minha cria o mais que pude.

Há dias, num almoço de família, olhávamos para ela a brincar, deliciados, quando o PAM suspirou e disse que até gostava de ter mais um bebé, para concluirmos ao mesmo tempo: "se viesse já com seis meses...". Mas não, para já não é nem uma miragem.




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14.12.17

Carmencita, a Herdeira #1

A minha filha está feita uma ordinária, cospe por tudo e por nada. Tem 9 meses, é óbvio que não o faz intencionalmente, é uma reacção de repúdio, uma forma de protesto, ora porque não quer continuar a refeição, porque não quer dormir, porque não quer mudar a fralda, é um rol de queixumes.

E, santa paciência, cabe-nos a nós adultos procurar contrariar a reacção de repúdio para que não se torne numa pequena das cavernas.

Tenho-me socorrido de caras feias tipo lobo-mau e de "AI-AI-AI!" em bom som, o que ela já percebe, pois faz beicinho e chora. No entanto, não me tem valido de muito.

Técnica diferente tem tido a Sirly, ainda que tenhamos recomendado a adopção de um regime militar relativamente a cuspidelas. Há dias de outra divisão ouvi a miúda cuspir e a Sirly a responder na sua atitude sempre zen:

- Carjminho: isso não é legau.

Enquanto não aprende poderão encontrar ADN da cria em qualquer lado por onde passar.
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5.12.17

9 meses de herdeira ❤



A Carmencita fez 9 meses no dia 2 de Dezembro.
Está a coisa mais querida. 
É tão suave e tão fofinha! ❤


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© A Maçã de Eva

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