30.7.18

Como foi a cirurgia - algumas considerações



Podem ler uma espécie de diário de bordo, experiência do dia-a-dia dos primeiros tempos pós-cirurgia, aqui.


Para a rinoplastia, façam um bom stock de cotonetes e compresas de tecido não tecido. Vão precisar!

Para as maminhas, a Mepilex tem os melhores pensos de sempre de silicone. Não se sentem, consegui usar por oito dias seguidos (o que é um recorde), mas mesmo assim não me safei de fazer alergia e ter de desistir. São caros, mas valem a pena.

Ainda para as maminhas, o Dr. João recomendou usar Mepitac. É um rolo de fita de silicone, aderente, que ajuda a deixar as cicatrizes mais bonitas. E se faz diferença! Além de ser da cor da pele (quando nos olhamos ao espelho parece que não temos nada), dá para deixar colado, tomar banho e mudar uma vez por semana. Em caso de exercício físico, com a transpiração, não recomendo. O que eu faço é colar as tiras num plástico e voltar a colocar a seguir ao duche. Dá perfeitamente para reutilizar se tratarmos as tiras com jeitinho.

Nos primeiros tempos a seguir à cirurgia optei por dormir sozinha. Pedi um colchão emprestado que esteve que tempos no chão do quarto. Em primeiro lugar porque o PAM é sonâmbulo e a probabilidade de me enfiar uma chapada, era alta. Depois, porque a Carmencita muitas vezes acaba por ir para a nossa cama a meio da noite e eu tinha medo de outra uma chapada. Optei pela segurança e distanciei-me de dois perigos.

No orçamento total, talvez queiram considerar a possibilidade de incluir uma empregada que trate da casa e da comida, pelo menos na primeira semana. Assim em jeito de retiro de férias para quem não tem familiares que possam ajudar.

Não podem ter unhas pintadas em cirurgias. Atenção aos gelinhos e afins, tem de ser retirado para que a máquina possa medir os parâmetros.

Tive saudades da Carminho. Morri de saudades. Tive-a sempre à minha frente durante os primeiros dias, mas não me atrevi a dar-lhe miminhos, beijos e abraços, achei perigoso. Tive saudades mesmo estando com ela na mesma casa.

Com autorização do Dr. e visto que não tive qualquer tipo de dores, abdiquei de tomar os comprimidos prescritos. Não fazia sentido, era mesmo zero dores. Tomei apenas o que era mesmo necessário, como os antibióticos.

O frio tem que se lhe diga. Algumas vezes saí à rua, estava frio e vento, ficar com pele de galinha, a contrição do mamilo por causa do frio, auch!

Em caso de espirro, tem de sair pela boca para não fazer pressão nasal. Assim do tipo cuspir tudo e todos. Temos pena.

Num registo mais íntimo, a limpeza manual do nariz é muito dificultada. Ainda é ao fim de quatro meses. Apesar de estar muito menos inchado, no interior dos salões nasais as paredes estão onduladas de inchadas e pronto, digamos que os dedos não cabem bem. Ainda assim, um lado está melhor que o outro. Eu tenho sérias dúvidas que o interior do nariz já esteja normal daqui a dois meses (diz que desincha em cerca de seis meses), mas pode ser que me engane.

Para quem tem crianças, fica o aviso: é um pincel. Perdi a conta às cacetadas no nariz e nas costuras das maminhas. Uma pessoa fica de lágrimas nos olhos e pronto, passa.

Ao sair da clínica, no saquinho dos medicamentos seguem contactos caso sejam necessários e indicações do que é normal acontecer ou o que não é normal e quando o médico deve ser contactado. Entre as consequências habituais e normais referiam obstipação. Mas que obstipação! Estive quase a convocar as leitoras para rezarem um mantra pelos meus intestinos, viriam autocarros do Porto, autocarros de Faro, charters, juntavam-se todos ali perto do Marquês onde há espaço e as energias de todos iriam devolver normalidade à minha barriga. Não foi preciso, bastou esperar cerca de 10 dias para voltar ao que era.

Quando fizerem contas à vida sobre uma cirurgia, são capazes de querer juntar mais uns euros. Apanhado um corpo novo, novas formas que aspirávamos há tempos, há uma certa tendência para o descontrole de compras. Coisas que antes não me ficavam bem, agora ficam. Soutiens que não me serviam nas lojas comuns (e com preços mais simpáticos), agora servem.

Há perguntas desse lado? Estou a criar um post cheio de perguntas e respostas.

Podem saber mais sobre o Dr. João Bastos Martins aqui ou aqui.




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26.7.18

A barriga da Carminho



Felicidade é ver chegar o biberão e beber como se não houvesse amanhã!

A barriga da Carminho sempre trabalhou com bom rigor. Haja rendimento para tantas fraldas! E tem sido muito “boa boca”. Com a introdução de novos alimentos, se é certo que inicialmente estranhou alguns e até achei que não ia gostar de banana, hoje é um “aspirador” de comida. Depois do prato dela ainda quer saborear o dos outros e até já provou caril. Pensei que ia fugir, mas gostou.

Se a alimentação é variada com sopa, carne ao almoço, peixe ao jantar e muitos legumes, o mesmo não se pode dizer do pequeno-almoço e da ceia (quando ceia) que sempre se repete mas recebe como uma novidade: um biberão cheio de leite. Eu tenho de gravar o drama que a diva faz desde que avista o biberão até que lhe é dado para as mãos!

Agora que a Carminho tem pouco mais de um ano, ainda que nunca tenha sido motivo de preocupação, à medida que vão sendo introduzidas leguminosas, arroz e massas, e não sendo ela grande apreciadora de beber água, algumas vezes notamos as fezes mais duras.

Então optámos por uma estratégia: além de ir educando a Carminho a beber água (uma parte fundamental da nutrição), o lanche da tarde inclui um biberão de NAN Optipro 4 e um alimento não lácteo (como por exemplo bolachinhas ou fruta) adequados a esta etapa. Com um lanche destes ajudamos a satisfazer a barriguinha! E ao final do dia, a alimentação da Carminho tem o teor proteico adequado e também a água necessária.

Com o verão previam-se muitos lanches com NAN Optipro 4. Para além da água que vai bebendo e comendo nos restantes alimentos, esta tem sido uma boa solução para assegurar que recebe os nutrientes necessários a esta etapa. Desta forma nunca precisámos de recorrer ao médico, a xaropes para ajudar a evacuar e também nunca precisámos de alterar a introdução de novos alimentos com receio que lhe deixem a barriga “presa”.

O NAN Optipro 4 destina-se a bebés dos 1 aos 3 anos de idade, fornece os nutrientes necessários a esta fase de crescimento e acompanha-nos todas as manhãs, em algumas noites e sempre que saímos de casa. O doseador com NAN Optipro 4 e o biberão com água lisa está sempre dentro da mala do bebé.

#NANOptipro4  #Nestlé  #NestléBebéPT





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© A Maçã de Eva

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