6.9.18

Séries: Ozark




Trailer aqui

Ozark. A série é tão boa que que temo não escrever sobre ela com justiça.

Ingredientes: uma família normal dos EUA, em Chicago, dois filhos, uma rapariga mais velha com os dramas habituais da adolescência, um filho mais novo com inteligência em destaque mas socialmente afastado, um casamento por um fio e de repente, o pai anuncia que vão viver para outras bandas, para uma terra que nada tem a ver com a cosmopolita Chicago. O anúncio era como ir viver para a parvónia., já podem imaginar a reacção pouco positiva.

A mudança era na verdade uma forma de garantir a sua sobrevivência e acabar o trabalho de lavagem de dinheiro para um cartel de droga. Parecem tão normais, mas afinal a ambição do pai colocou-os nas teias do crime, tudo corre mal (ou quase tudo), vão para uma terriola cheia de gente estranha, às tantas uma pessoas pergunta-se: "o que mais pode acontecer a este gajo?". E mais não conto para não estragar!

A série Ozark está a consumir os americanos, tem uma excelente pontuação, estreou o ano passado no Netflix, mas só vi este ano, por insistência do PAM quando acabámos mais uma série. Ele tinha lido qualquer coisa que prometia, vi o trailer e não me inspirou, mas também não tinha mais nada para ver e acabei por ceder. Ainda bem que o fiz!

Os primeiros episódios não são do outro mundo, são mais introdutórios para compreender o contexto, mas a partir do quarto episódio a série entra num ritmo "quero ver maaaais!". E se a primeira temporada dá vontade de continuar, a segunda temporada começa com o pé no acelerador e deixa-nos aos pulos no sofá.

Agora estamos aqui, abandonados, de lágrimas nos olhos, mendigando por mais episódios que só devem sair à rua daqui a um ano. Um ano, senhores!





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4.9.18

Salvar o mundo com marmitas na rua

  


Eu quero muita coisa. E na minha lista interminável de coisas que quero, está perder 4Kg (ainda não estou realmente focada para o fazer) e reduzir o consumo de plástico ligado à alimentação diária. Já todos vimos ao longo do verão vídeos de praias completamente dominadas por lixo plástico (exemplo aqui), uma visão aterradora para mim que sou uma freak de reciclagem. Ao ver estes vídeos perguntei-me: apesar de ser cuidadosa, será que algum lixo que eu reciclo vai parar ao mar?

Vi também há tempos uma reportagem sobre a quantidade de paus de cotonetes que se vêem na praia porque as estações de tratamento de resíduos não as conseguem reter. Mas quem é que em consciência atira cotonetes pelo cano?

Acredito que quase todo o plástico que não é reutilizável deveria ser proibido. Devagar se vai ao longe: aboli caixas plásticas de conservação/refeição que não sejam reutilizáveis, reviro os olhos de cada vez que vejo uma palhinha (já acabei com elas há que tempos e até o Starbucks vai fazê-lo). Não quero ver copos, pratos, nem talheres de plástico. Com isto, tenho comido menos vezes na rua comprando fora, controlo o que como porque levo de casa (maior probabilidade de conseguir perder o peso que quero), poupo dinheiro e ainda ajudo o planeta.

#nãoépublicidade , já tinha escrito aqui nesta receita sobre as caixas de conservação da Tefal que descobri depois de me terem enviado um press kit (chamam-se Masterseal) e algumas leitoras colocaram questões: plástico ou vidro?

Oh, se eu tivesse conhecido há mais tempo! Quantas sopas verteram nas minhas lancheiras noutro tempo da minha vida… Nunca tive caixas de conservação tão boas, transporto-as na minha mala de cada vez que faço uma refeição fora de casa sem que uma única vez me tivessem dado um desgosto de fugas. Zero! Não absorvem cheiros e nem tingem.

Claro, podia ter optado pelas caixas da marca iguais mas em vidro (que também tenho e recomendo), mas confesso que para mim não é prático para fazer vida de rua, são mais pesadas e corro o risco de se partirem (e ficar sem refeição). Sinto que estou a ser amiga do planeta ao optar por reutilizar vezes sem conta as mesmas caixas de conservação.

Ainda sou do tempo em que ninguém transportava comida de casa para o trabalho, em que as pessoas quase se sentiam constrangidas a fazê-lo. Hoje em dia é mais do que comum, já ninguém liga e na verdade as pessoas juntam-se nas copas para fazerem as suas refeições. Lembro-me de ter tido alguns “desastres” nas lancheiras, de ficar chateada, mas nunca me lembrei que poderia ter evitado estes dramas se tivesse optado por adquirir caixas boas. Até porque também nunca pensei que existissem caixas verdadeiramente à prova de fugas. Vão por mim, vale a pena a aquisição.



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© A Maçã de Eva

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