29.1.09

É tão bom que tenho de postar #4

"Crise económica pior que a encomenda" é de ir às lagrimas! Ora leia:

"Estou preocupado com a crise económica. Estou preocupado com o efeito que a crise está a ter nas pequenas coisas da vida. Estive a pensar profundamente nisto esta manhã sentado na sanita. Não foi um pensamento filosófico, mas pragmático. Era uma angústia de ordem prática. Resumo: fiquei com cócó nos dedos. Um verdadeiro problema e não ficou por aí.

A crise está a atacar os fabricantes de papel higiénico? As folhas são tão finas tão finas que parecem papel vegetal. Ou filtros de cócó para os nossos dedos. Mesmo as folhas triplas.
Mas o pior desta crise nas folhas de papel é que eu estava na casa de banho do escritório. E esta casa de banho tem um fecho que parece o cadeado do cofre central do Banco de Portugal.

Problema número dois: como abrir a porta sem sujar o fecho. Fácil: usei papel higiénico. Fino. Rompeu-se. Que se lixe – pensei. Abandonei de fininho a casa de banho e dei de caras com o presidente da administração que entrou agradecendo que lhe tenha segurado a porta. Com os cotovelos. Como os cirurgiões quando entram para a sala de operações. Abri a torneira para lavar as mãos. E ficou um bocadinho suja. Espero que o presidente não se lembre da minha cara. E despeça o administrador que mandou cortar na conta do papel higiénico".

27.1.09

Verdade #42

Eu e a Ginger Gold teclávamos furiosamente no msn, ela de Londres, eu de Lisboa, sobre as últimas novidades do coração. A pequena lá arranjou um mancebo no meio do frio, um pequeno jeitoso pelo que pude avaliar pela foto, achei-a perdida de amores e disse-lho. Começou logo a sacudir palavras, que eu não fosse por aí porque é tudo muito cedo. Confessou-se caidinha, mas estava a amarrar o coração para não voar alto demais. E para minha incredulidade suspirou:

- Era tão bom ser como tu! Tens sempre mais juízo e aguardas pelo momento certo para dar largas ao sentimento - ou coisa parecida.

É louca. Expliquei que não era nenhum exercício interno a roçar o desumano, penitência, não é nenhum "ai que não pode ser". Nada disso. Sou eu que sou fria como gelo e primeiro que me amoleçam o coração é obra. O segredo está em ser distante, um tudo-nada arrogante e dar para trás, o que parece deixá-los pelo beicinho. Mas isto só acontece porque no início eu nunca quero, são só eles que querem. Depois quando já quero é que são elas... Na minha vida os episódios anda-cá-que-eu-gosto-de-ti foram sempre um remake do anterior: mas eu não. Por ali ficam e quando já estão de saída, geralmente, é que me lembro que afinal gosto. Fui sempre a tempo, ao menos isso. O depois a longo prazo são outros quinhentos.

26.1.09

Desajeitados, mas bonito

Quer parecer-me que o menino Obama tinha vontade de beijar. Desajeitados, um desastre, mas bonito de se ver.

Não há nada a fazer, sou uma romântica incurável!

25.1.09

Do you remember #37



10 CC - I'm not in love - 1975

Do you remember? é a rubrica de fim-de-semana do blog A Maçã de Eva, para todos nós a quem a música nos deixou lá atrás no tempo. Envie as suas sugestões para amacadeeva@gmail.com

23.1.09

Quando não tem solução

Em tempos dei-me diariamente com o RB. É um dos melhores amigos de um antigo namorado de quem gostei por muito tempo depois do fim. Gostava e gosto muito do RB, é daquelas pessoas que ficam para o resto da vida pelo seu bom carácter e amizade. Há uns tempos era com ele que passava a vida na praia, era com ele que ia ao cinema, jantar fora, comer gelados e ele brincava comigo dizendo que quando o primeiro de nós arranjasse um par tudo aquilo ia acabar. Um dia declarou-se. Declarou-se o melhor amigo da pessoa de quem eu gostava. Declarou-se aquele que eu considerava tão bom amigo. Não correspondi, fiquei desolada com o que preferia que nunca tivesse acontecido e parti-lhe o coração. Deixou de me contactar, apenas me fala quando por acaso nos cruzamos e sempre de forma distante.

Vi-o no casamento e gostei mesmo de o ver. Fiquei de lhe enviar as fotos, o que fiz e ele ligou-me a dizer que não as conseguia abrir, tinha de ser noutro formato. Prometi que nessa noite trataria disso, assim que chegasse a casa e ele respondeu: obrigado, és a miúda mais querida do mundo. Por falar em miúdas queridas, perguntei pela nova namorada com quem se fazia acompanhar no casamento, afirmei ter gostado muito dela, ele fez um silêncio e disse: é a segunda miúda mais querida do mundo.

E lembrei-me que carrego comigo a situação mal resolvida da minha última relação. Sentimentos que não sei explicar, emoções que me irritam, sensações que já há muito deviam ter morrido que é para não dizer que nunca deveriam ter existido. Já são mais de três anos que há um homem que tem um poder qualquer sobre mim que não sei explicar, é a minha situação mal resolvida que, espero, não seja vitalícia, mas que moe e continuar a moer. Não passa um dia em que não pense nele, que não me lembre do que poderíamos ter sido, que não sinta saudade do seu beijo ou vontade de o agredir.

Depois do RB me ter dito que a actual namorada era afinal apenas a segunda miúda mais querida do mundo, fiquei a pensar que talvez eu represente para ele o que outra pessoa representa para mim, aquilo que não sabemos viver nem com nem sem, aquele bicho que está sempre presente e que escondemos da pessoa com quem partilhamos a vida, aquilo que não queremos ver nem saber porque, longe da vista, longe do coração, aquela pessoa que mencionada nos revolve as tripas e os nervos e ao mesmo tempo nos deixa uma íncrivel saudade que escondemos do mundo.

Perguntei-me se eu representava para o RB o que outra pessoa representa para mim, algo que nunca na vida pensei que pudesse acontecer, ser alguém que mexe de forma irracional com outra pessoa. Fico com pena, preferia que se tivesse mantido presente o grande amigo de todas as horas. Se calhar tenho razão, se calhar estou só a ser presunçosa. A verdade é que - experiência de quem vive na pele o irracional - este tipo de situações mais valia não existirem, só trazem mágoa e de bom, coisa nenhuma.

21.1.09

Poisoned Apple ensina

Eu já devia estar habituada, mas cansa-me. Cansa-me ter sempre de ensinar as coisas da vida ao povo. Eis que circulava na net em horário de trabalho - também tenho dias em que não me apetece fazer nada - e vou parar ao site do Cão Azul. Eles têm uns criativos deveras interessantes, mas não sabem nada da vida. Vejam isto:

É óbvio que isto não é amor. As felicidades e tristezas da vida não ensinaram nada a alguém. Assim, deixo a minha versão do que é a vida real:

Questões pertinentes #13

Vale a pena investir num homem que diz não saber se quer ter mais filhos? Tenho-me feito esta pergunta várias vezes, embora não sinta qualquer tipo de preocupação e, desconfio, a ausência dessa preocupação deve-se ao facto de acreditar que se o amor crescer forte, esse tipo de afirmações cai por terra.

Ele tem três filhos e, se os tivesse em mesmo número que ele, diria o mesmo. Eu não tenho nenhum e fi-lo compreender que nem eu, nem mulher alguma que queira ser mãe se vai acomodar a essa vontade, a maternidade vai gritar sempre mais alto. Concluí sozinha que não faz sentido nenhum atirar tudo às urtigas quando não faço ideia do que o futuro nos reserva. Eu sei lá se daqui a dois meses me troca por uma de 18 anos? Se daqui a seis meses não o posso ver pela frente? O bom de ter penado, é que tudo se olha de outros pontos de vista mais claros e nada se toma por garantido. Assim, fui clara: quando chegar a altura se não quiseres, vou-me embora.

Mais assertivo que isto não há. O que eu gosto nele é que sou sempre eu própria, nunca há uma discussão e é tudo exaustivamente conversado. Ando leve como uma pena.

20.1.09

Verdade #41

Nunca tive problemas em admiti-lo, afinal é um traço de personalidade como outro qualquer: sou a criatura mais resistente à mudança que conheço. Há coisas que só forçadas ou arrastada pelos cabelos, que é como quem diz quando não tenho outra hipótese.

No início do ano, decidi-me a investir noutro homem. Mantenho-o em estágio. Ontem decidi que quero mandar este emprego às urtigas e ir crescer para outro lado, onde me dêem valor e seja respeitada. Pode ser que 2009 se transforme num grande ano. É que eu nem me reconheço.

18.1.09

Do you remember? #36



Natalie Cole - Miss you like crazy - 1989

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16.1.09

Verdade #40

Poisoned Apple - "#$%&/=?())?&%%&!!! (=%(#(&#($/$&)!!!

Ele - Gata, já percebi que tens muitas luas, mas eu gosto de ti em todas as fases.

Silêncio.

Poisoned Apple - #$%&(/(=?!!! %$&(=)!!! #$%&/(!!! !"$#$%&/(=!!!

Passei a vida a querer encontrar um homem que me aturasse tudo, mas quando o encontrei passei a perguntar-me onde é que ele tem a cabeça. Moral da história: nunca vou estar satisfeita.

14.1.09

Quase morri, mas cheguei à boda!

Minha grande amiga, RD, casou, mas eu quase não chegava ao local da boda. Foi um dia muito difícil para mim, além da emoção, achei que morria. Ora que constatei que não tinha meias de vidro adequadas, pois eu faço-lhes buracos junto ao dedo grande do pé. Suspeito seriamente que tenho as unhas encaracoladas para cima. Foi um stress ir até à Baixa, lá consegui as ditas e corri até ao cabeleireiro, onde pela primeira vez na vida me vi cheia de rolos na cabeça. Estava linda, bairrista e a ficar atrasada. Meteram-me debaixo de um secador, as velhas do bairro falavam comigo, eu sorria e acenava a cabeça quando na verdade não era capaz de ouvir nem uma banda filarmónica, caso se cruzasse à minha frente.

De caracolitos arranjados, arranjei as minhas unhas. Com o verniz a secar, bati numa gaveta e tramou-se tudo. Toca a pintar de novo. Maquilhagem, dedicação extrema a disfarçar a borbulha que decidiu aparecer em dia imprópio. Estragar as fotos não ia acontecer. Eis que se funde a lâmpada do espelho: "cum camano...!" Olhei para as horas e constatar o atraso, a pilha do relógio decidiu acabar neste dia. Tudo normal. Fui engomar o meu lindo vestido e graças a Deus comecei pela pontinha das faixas de metro e meio. Não reparo que o ferro de engomar não tem água, dou com ele em cima da faixa e... começa a arder! Poisoned Apple bateu furiosamente na tábua de engomar a ver se salvava o vestido. Não queimei as mãos, apaguei o fogo e só disse "porra!". Não sei onde tinha a cabeça para descomprimir de forma tão singela. Olhei para o buraco com 5 cm de diâmetro e vá lá que tenho máquina de costura em casa. Decidi cortar a ponta da faixa e coser a bainha. Uns 20 minutos de costura a pensar "já lá devia estar há meia-hora".

Consegui, calcei o sapatinho novo, peguei na máquina fotográfica e constatei que estava quase sem bateria. Enfiei os cabos no bolso do casaco e mais parecia que transportava um chouriço. Na rua, quase parti os dentes, pois os sapatos escorregavam. Não estava para aturar aquilo e fui de raspá-los no alcatrão, furiosamente como cão que procura um osso enterrado. O princesa-mobil apresentava uma fina camada de gelo no vidro, não tinha hipótese de conduzir e nunca tinha visto aquilo a não ser em filmes. Eu sabia lá como é que se tirava aquilo! Resolvido com cinco minutos de limpa pára-brisas e as escovas todas fodi***.

Cheguei à boda apenas com uma hora e dez minutos de atraso e tudo começou a correr bem. A noiva estava linda, os amigos maravilhosos, aprovei o até então desconhecido homem da Pipoca, comi bem, bem, bem, ri, dancei, até que a noiva insistiu que fosse apanhar o ramo quando toda a gente sabe que não quero casar. Não podia fazer a desfeita, mas se é para ir apanhar, apanha-se a sério! No meio de duzentas e tal pessoas, levantei o braço e gritei "alto!" Não me ia espalhar no chão e viver a humilhação da minha vida. Assim, descalcei os calcantes e, imagine-se, o ramo veio directo a mim, não tive hipótese. É já o terceiro casamento consecutivo que apanho o ramo da noiva e corro sérios riscos de deixar de ser convidada.


PS - Quando cheguei a casa dei com a máquina fotográfica no chão e vi que alguém se tinha encostado a mim com um qualquer cigarrito, nova queimadura em forma de buraco no meu lindo vestido. Moral da história: há sedas que ardem, minhas filhas!

11.1.09

Do you remember? #35



The Beach Boys - God only knows - 1966

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8.1.09

Fim da linha

A dúvida tomou conta de mim nos dois últimos meses. Instalou-se um impasse, o medo de trocar o errado pelo mais certo, fiquei-me na habitual resistência à mudança e manteve-se persistente a pergunta sem resposta: para quê voltar para ti que me partiste o coração tantas vezes e não investir em quem quer colar cada um dos pedacinhos?

Eu já sabia, mas por vezes o corpo demora a engrenar: o tempo tudo cura, não há mal que dure para sempre. Não que esteja isenta de qualquer sentimento por ti, reconheço que não, mas passei a ver os defeitos com clareza, os teus e os da relação que me proporcionaste. Nos momentos de saudade, já não penso só nas coisas boas. É um manto de sentimento que se destapa e se vai desfazendo. É um amor que, pouco a pouco, como te avisei, tem vindo a deixar de existir. Não encontro falhas no que te dei, na minha atitude, ou melhor, encontro sim, ter-te dado algo de mim, tu que nunca mereceste nada. Mas eu sou estúpida, dou sem pedir em troca.

Não, não me és indiferente, mas devagarinho começas a perder a importância. Ontem apaguei a nossa foto do desktop do portátil de todos os dias. Apaguei todas as fotos ao meu alcance, Nova Iorque, brincadeiras, passeios, jantares, todas juntas numa pasta escondida no disco externo que raramente uso, longe da vista e só porque não sou adepta de fazer fogueiras ao que passou por mim. Hoje foi a pen cheia de memórias que eu transportava para a Kodak e transformava em papel. Foram-se também cada uma das fotos a dois que figuravam no meu msn, quadradinhos tão pequeninos e tão cheios de tanto.

Dei início a uma nova fase, quem sabe com alguém melhor para mim do meu lado. Mas isso não é o mais importante. O que mais me importa é que não existas em mim, que passes a ser apenas um registo de memória, alguém que me passou e que não me diz absolutamente nada. E quando voltares, porque voltas sempre, espero que sofras tanto quanto sofri e chorei, quando te disser o que já te tinha anunciado: isto só vai acabar mesmo quando eu conhecer alguém e não te quiser, porque tu és incapaz de partir definitivamente. E tinha mesmo razão.

6.1.09

Desejos para 2009

Este ano, a bem da humanidade, não vou pedir coisas para mim. Não vou desejar mais quatrocentos pares de sapatos, botas, sandálias, mais maquilhagem, muitos trapinhos nem bikinis para o verão. Não vou desejar que o carro fique miraculosamente pago nem que me tripliquem o ordenado. Também não vou suspirar por viagens ao outro lado do mundo, ser mais magra, ter um cabelo mais bonito nem acabar com os poucos cigarros que fumo. Este ano vou ser para lá de generosa e desejar algo que mude o mundo para melhor e que nos deixe a todos, que é como quem diz a todas, mais satisfeitas, alegres e felizes. Ora pois, este ano vou desejar que os beijos na boca mudem para melhor! E ando a marinar este post sem saber como explicar ao machame leitor da blogosfera como o fazer.

Achei piada quando comentei com uma amiga a tragédia beijocal a que este país foi assolada, pelo menos para a minha geração. Mas não há nada como mostrar assim não e no seu último romance armava verdadeiras batalhas linguais para que o moço se contivesse. O método era empurrar-lhe a língua para dentro e consta que aprendeu. Também lembro outra amiga que no tempo de escola lá trocava fluídos salivares com uma outra criança que não lembro o nome. Nesta altura acho que ainda não tinha dado o primeiro beijo e tudo era um novo mundo para mim. Nunca mais me esqueci do nojo que sentia quando ela contava que o tipo se babava como comportas de uma barragem aberta. Ela não tinha outra solução senão fingir o encanto, abraçá-lo fortemente e limpar a boquinha onde podia, deixando-lhe o ombro do Duffy verde molhado. E lá andava ele todo contente com aquela mancha de baba no blusão de penas, imagem que nunca vou esquecer.

É certo que esta matéria já foi exaustivamente tratada neste blog mas, lamentavelmente, nem tudo o que é gente o lê. Eu sei, não se percebe porquê. Mas assim sendo, para quem passar por aqui, lá encontrei uma forma de me fazer explicar em nome das mulheres (da larga maioria pelo menos): um excelente beijo é aquele que envolve um jogo de lábios com pouca língua. Um beijo arrebatador é aquele que a língua não passa para lá do espaço (inexistente) que separa os lábios dos dentes. Mais sucinta que isto não posso ser. Façam circular! Imprimam e consultem quando necessário! Anotem num post it que é para eu nunca ter de vir a participar de uma batalha lingual e desaparecer numa manhã de nevoeiro.

5.1.09

Verdade #39

"Eu sei que te posso fazer feliz como nunca ninguém fez".

Sinto-me mais inclinada para conhecer a veracidade desta afirmação do que para a rejeitar.

3.1.09

Do you remember #34



Double - The captain of her heart - 1986

Do you remember? é a rubrica de fim-de-semana do blog A Maçã de Eva, para todos nós a quem a música nos deixou lá atrás no tempo. Envie as suas sugestões para amacadeeva@gmail.com

1.1.09

Porque há coisas que não se esquecem…

É bom estar de volta… é bom estar com a família e com os amigos, ver sítios familiares, sabores que fazem falta, cheiros que trazem memórias…
Eu admito que sou uma pessoa estranha… não sinto muitas saudades, daquelas de doer a alma, de querer voltar a um sítio ou a uma pessoa… Passaram 3 meses desde que parti e não houve um dia em que eu quisesse voltar… Claro que sinto a falta das pessoas, sinto falta dos amigos lá, sinto falta da família, mas não de uma forma desesperada, de me faltar o ar…

Acho que desde que parti a altura em que senti mais falta dos meus amigos foi mesmo quando voltei… É tão fácil estar ocupada e não pensar no assunto, que só nalgumas ocasiões especiais se sente que eles fazem falta, mas cá… cá apercebo-me da imensa falta que me fazem. E na despedida de solteira de que a Poisoned falou, apercebi-me das saudades que tinha “nossas”, das Maçãs de Eva… minhas queridas, vocês fazem-me tanta falta!

Prometo que paro já já com as lamechices, queria apenas começar o ano deixando isto bem claro… Adoro-vos! Vocês vão ter sempre um lugar muito especial no meu coração, onde quer que eu esteja, onde quer que vocês estejam, trago-vos sempre comigo.

Feliz Ano Novo!

Eu! Eu!


Parabéns p'ra mim!


Já são vinte e dez! :)